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Ilheus – BA


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LOCALIZAÇÃO

A cidade de Ilhéus,  terra de “Gabriela, Cravo e Canela” fica localizada em região de mata atlântica, a cerca de 450 quilômetros ao sul de Salvador.
Ilhéus teve suas histórias contadas por Jorge Amado que apesar de ter nascido em Itabuna viveu a grande parte da vida na cidade.

Não bastasse o aeroporto o escritor dá nome a um quarteirão inteiro do centro de Ilhéus. É lá que ficam as maiores atrações culturais, como a Casa de Cultura Jorge Amado, antigo palacete doado em vida para o município, a Casa dos Artistas e o Cine Teatro.

Os personagens de Jorge Amado também batizaram inúmeras barracas de praia, restaurantes e pousadas. Gabriela e Nacib, por exemplo, estão imortalizados em pinturas estampadas nas paredes do bar Vesúvio que fica no centro.

Outros monumentos históricos que valem a pena ser visitados no centro de Ilhéus são o  Palácio do Paranaguá, atual sede da prefeitura, e a Associação Comercial, que fica na praça J.J. Seabra, o Bataclan  eternizado em gravações globais,  a Igreja Matriz construída em 1556  e a catedral de São Sebastião, majestosa construção em estilo neoclássico.
Mais informações aqui:

http://www.ilheus.ba.gov.br/home/

e aqui:

http://www.ilheusamado.com.br/

O primeiro registro que se tem da ilha de Paquetá é de 1555, quando André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon, descobre a ilha em sua missão para fundar a França Antártica.

O embarque para a ilha de Paquetá é feito no cais da histórica Praça XV, no Centro do Rio, onde se pode chegar facilmente de ônibus, metrô, táxi ou carro.
O passeio até Paquetá é realizado nas tradicionais barcas, em viagens de cerca de 70 minutos.
São aproximadamente 18 km de travessia marítima, com o fantástico visual da Baía de Guanabara: Ilha Fiscal, Ponte Rio/Niterói, Ilha do Sol, Jurubaíbas, etc.
Mais informações sobre as barcas aqui:

http://www.barcas-sa.com.br

Mais informações sobre a Ilha de Paquetá aqui: http://www.ilhadepaqueta.com.br

Teatro Deodoro – Maceio – AL


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LOCALIZAÇÃO

Praça Marechal Deodoro, s/n, Centro / Maceió – AL

http://www.funted.al.gov.br

Foi construído entre o ano de 1905 e 1910 e inaugurado no dia 15 de novembro de 1910. composto de uma sala de espetáculos em estilo neoclássico com palco italiano, frisas, camarote, poltrona e fosso para orquestra. O Teatro tem capacidade para 690 lugares. A boca de cena mede 9,30 m x 7 m; a profundidade de palco tem 12 m; a altura do urdimento (travejamento do teto e dos sótãos sobre o palco) é de 10 m; o proscênio (distância entre o palco e a platéia) é de 1,80 m e é reto; o fosso da orquestra é móvel, o teto é detalhado em bronze onde se encontra um belo lustre. O saguão é aproveitado para exposições culturais e o saguão ao lado é onde se realizam coquetéis e shows.

A inauguração foi com a apresentação de “O dote”, de Artur de Azevedo e em seguida foi apresentado “Um beijo”, do alagoano J. Brito, encenado por Lucília Peres e Antônio Ramos. Como muitos outros teatros, o Deodoro foi transformado em cinema e mostrava filmes estrangeiros, com repúdio imediato dos intelectuais da época.

Em 1933 foi reformado. Entre os anos 1937 e 1940 foi transformado em um depósito e a partir de 1940 sofreu uma reforma voltando a ser teatro. A essa primeira reforma sucederam-se outras sendo a última entre 1993 e 1998 onde foram recompostas peças originais do edifício.

O projeto do teatro foi feito pelo arquiteto Luiz Lucarini e o mestre-de-obras foi Antônio Barreiros Filho. Colaboraram o cenógrafo italiano Orestes Scercoelli, que foi o responsável pela pintura do salão nobre e pela cortina de boca de cena, que retratava a cachoeira de Paulo Afonso.

Curiosidades:
Luis Lucariny, responsável pelo projeto morreu antes da conclusão da obra, isso aumentou a superstição em torno do local, de que assim que construído o teatro desabaria, pois naquele terreno, uma igreja iria ser construída, porém a obra foi interrompida e demolida, para dar lugar ao teatro. No Salão Nobre do Teatro já funcionaram a Biblioteca Pública, a Justiça Federal e a Câmara de Vereadores de Maceió.

Em cada um dos lados da fachada principal do prédio, encontra-se a seguinte inscrição em latim, de inspiração filosófica: “Castigat Ridendo Moraes” (É Sorrindo que se Castigam os Costumes), e, “Ars Longa, Vita Brevis” (A Arte Supera Para a Vida).


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LOCALIZAÇÃO

Nome Estádio Rei Pelé Apelido Trapichão
Campo de Grama natural mede 110m x 75 m
Capacidade 18.500 pessoas
Inicio da construção  1968 Inauguração  25 de outubro de 1970
Jogo inaugural Seleção de Alagoas 0×5 Santos
Primeiro gol Douglas (Santos)
Público recorde 45.865 e, 25 de outubro de 1970
Última reforma 1992
Proprietário Governo do Estado de Alagoas
O Estádio Rei Pelé, chamado pelos alagoanos de Trapichão, foi inaugurado no dia 25 de outubro de 1970 com o jogo amistoso entre a Seleção Alagoana e o Santos de Pelé e é utilizado habitualmente pelas equipes alagoanas do CSA e do CRB. Pelé atuou no jogo inaugural e o primeiro gol do Trapichão foi de autoria do santista Douglas. O jogo foi ganho pelo Santos por 5 a 0, com público de 45.865 espectadores, que permanece sendo o recorde de público deste estádio até os dias atuais. Atualmente o estádio tem capacidade para 20.801 pessoas, de acordo com o CNEF editado pela CBF em 14 de agosto de 2009.
FONTE WIKIPEDIA
A campanha pelo milésimo gol do atacante ex-Botafogo do RJ, ex- Seleção Brasileira e ex-vereador de Goiás, Túlio Maravilha, fez o jogador de 42 anos aceitar disputar o campeonato alagoano – conhecido como CAMPEONATO DAS LETRINHAS – 2012 pela equipe do CSE, da cidade de Palmeira dos Indios. O jogo era entre o CSA, de Maceió e o CSE. Eu estava em Maceió e como gosto muito de futebol fui assistir a partida no moderno Estádio Rei Pelé que os alagoanos chamam de TRAPICHÃO.
VEJA NOS LINKS ABAIXO RELATOS DA PARTIDA:

http://www.tribunahoje.com/noticia/15086/esporte/2012/01/18/mesmo-com-gol-de-tulio-cse-perde-por-2-a-1-do-csa.html

http://gazetaweb.globo.com/v2/esportes/texto_completo.php?c=42578

http://www.maceiodiaadia.com.br/?p=noticias_ver&id=2063


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LOCALIZAÇÃO

Rua Gonçalves Dias, 32 / Centro – Rio de Janeiro

http://www.confeitariacolombo.com.br

A confeitaria foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão.
Sua arquitetura e ambiente permitem ter uma idéia de como terá sido a Belle Époque na capital da República. Entre 1912 e 1918 os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos da Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.
Em 1922 as suas instalações foram ampliadas com a construção de um segundo andar, com um salão de chá. Uma abertura no teto do pavimento térreo permite ver a clarabóia do salão de chá, decorada com belos vitrais.
Entre os clientes famosos da confeitaria estão Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, entre muitos outros.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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